CORRUPTO GENEROSO DE ALMEIDA PCA DO BANCO BIR O HOMEM QUE BENEFICOU DOS MILHÕES DE DÓLARES DESTINADO A COMPRAR O BANCO BANIF PORTUGAL

CORRUPTO GENEROSO DE ALMEIDA PCA DO BANCO BIR O HOMEM QUE BENEFICOU DOS MILHÕES DE DÓLARES DESTINADO A COMPRAR O BANCO BANIF PORTUGAL
O PLANO SECRETO DE ANGOLA PARA DOMINAR O BANIF LIDERADO POR GENEROSO DE ALMEIDA PCA DO BANCO BIR : UMA VERDADE OCULTADA?
Um artigo recente da revista portuguesa SÁBADO revelou um plano secreto de Angola para comprar o Banco Internacional do Funchal (Banif) na década de 1990.
O plano envolveu o uso de offshores e contas bancárias na Suíça e no Luxemburgo para movimentar milhões de dólares.
Generoso de Almeida no centro do plano
O governador do Banco Nacional de Angola na época, Generoso de Almeida, foi uma das principais figuras envolvidas no plano. De acordo com o artigo, Almeida teria recebido ordens do Presidente José Eduardo dos Santos para liderar a operação.
Objetivo: controlar o Banif
O objetivo do plano era exercer um controle efetivo sobre o Banif através de uma estrutura formalmente constituída e baseada na praça comercial da instituição.
O plano envolveu a compra de 49% das ações do banco.
Investigação revela detalhes
A investigação portuguesa revelou detalhes sobre o plano e as movimentações financeiras envolvidas.
De acordo com o artigo, foram transferidos milhões de dólares de contas bancárias sigilosas na Suíça e nos EUA.
Um caso de corrupção?
O plano secreto de Angola para dominar o Banif levanta questões sobre a corrupção e a transparência nos negócios financeiros. O caso está sendo investigado pelas autoridades portuguesas.
Por que a sociedade angolana precisa saber?
É importante que a sociedade angolana esteja informada sobre esse caso, pois envolve figuras públicas e recursos financeiros do país.
A transparência e a accountability são fundamentais para garantir que os recursos públicos sejam utilizados de forma responsável e ética.

Generoso de Almeida acrescentou que outro fator contribuiu para aumentar ainda mais os problemas: nos anos seguintes, porventura devido à expansão do banco, o preço das ações do Banif teria sido inflacionado após vários aumentos de capital que acabaram por diluir ainda mais a encoberta participação acionista angolana.

Apesar de ter demorado apenas 1h45, o testemunho do antigo governador do BNA acabou por ser muito rico em pormenores sobre o plano de Angola para comprar o Banif, algo que tinha sido planeado para ocorrer bem antes de os angolanos abrirem o seu próprio país aos bancos privados estrangeiros. A audição de Generoso de Almeida foi importante por aquilo que disse e pelos documentos que entregou à PJ. “Tem ideia de que no processo de aquisição, que previa a compra de cerca de oito milhões de ações, foram adquiridas cerca de seis milhões pelo denunciado [o advogado Cruz Martins] e entregues ao grupo de pessoas que representavam o Estado angolano”, especificou. Só meses depois é que o responsável corrigiu também à PJ o que tinha dito nesta primeira inquirição, passando a garantir que apenas vira alegados

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