PROMOVIDOS PELA TCHIZE DOS SANTOS : ADÃO DE ALMEIDA E MARA QUIOSA NO ANGOLA 35 GRAUS

PROMOVIDOS PELA TCHIZE DOS SANTOS : ADÃO DE ALMEIDA E MARA QUIOSA NO ANGOLA 35 GRAUS
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EDITORIAL   |   ADÃO DE ALMEIDA PRESIDENTE DA ASEMBLEIA NACIONAL E MARA QUIOSA VICE PRESIDENTE DO MPLA : OS EXEMPLOS DO SUCESSO DO REJUVENESCIMENTO DOS QUADROS NO ANGOLA 35 GRAUS
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EDITORIAL

O OBSERVATÓRIO DE ELITES — COMO O “ANGOLA 35 GRAUS” ANTECIPOU A GOVERNAÇÃO ACTUAL

Por: Redação Makamavulo News

Muitas vezes, a história de uma nação é escrita nos bastidores, em apostas que levam décadas a maturar. No panorama angolano, o projeto social Angola 35 Graus, fundado por Tchizé dos Santos em 2008, destaca-se não apenas pela longevidade, mas pela sua precisão quase profética em identificar quem estaria ao leme do país dezoito anos depois.

A Aposta no Rejuvenescimento

“Quando Tchizé dos Santos lançou o projeto em 2008, muitos duvidavam que uma nova geração estivesse pronta. Hoje, ao olharmos para figuras como Adão de Almeida na Casa Civil ou Mara Quiosa na governação provincial, percebemos que o ’35 Graus’ foi o palco onde o futuro de Angola começou a ser desenhado. Estes nomes não são apenas políticos; são o resultado de uma visão que apostou no rejuvenescimento dos quadros quando o país mais precisava de novas ideias.”

Dos Palcos para os Conselhos de Ministros

O caso de Adão de Almeida é emblemático. Antes de ser o rosto da reforma administrativa e o actual Ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, Almeida já era identificado pelo projeto como um quadro de mérito excepcional. O mesmo se aplica a Mara Quiosa, que partiu de uma gestão municipal dinâmica para se tornar uma das governadoras provinciais mais resilientes do país.

Estes exemplos provam que o Angola 35 Graus funcionou como um “radar de competências”. Num país onde, durante muito tempo, a experiência era medida apenas pela idade, o prémio introduziu um novo paradigma: a meritocracia precoce.

Mais que uma Gala, um Legado Político

Ao contrário das celebrações efémeras, o 35 Graus criou uma rede invisível de quadros preparados. Ao dar visibilidade a estes jovens em 2008, o projeto de Tchizé dos Santos forçou a sociedade e as instituições a olharem para o “banco de suplentes” e a perceberem que eles estavam prontos para entrar em campo.

Dezoito edições depois, o balanço é claro: o prémio não criou os líderes, mas deu-lhes o palco e a validação necessária para que o país confiasse neles. Hoje, a governação de Angola tem a marca digital deste observatório de talentos.

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