Activistas cívicos ou mercenários políticos?

Activistas cívicos ou mercenários políticos?
Política • Angola

Activistas cívicos ou mercenários políticos?

Oactivismo político é a acção directa e contínua, individual ou colectiva, para influenciar decisões políticas, sociais ou ambientais, visando mudanças estruturais na sociedade. Envolve militância, organização de protestos, campanhas de conscientização. Hoje em dia, temos o militante digital que tem como objectivo pressionar os governos e instituições por maior justiça e direitos.

Em Angola, activismo ambiental, nada. Apenas activismo político que se tornou uma forma de se ganhar dinheiro a custa de chantagem. No nosso panorama até clérigos e as organizações da sociedade civil se tornaram activistas políticos, porque viram que isso dá dinheiro, diferente do activismo ambiental, religioso, social e cultural.

O activismo ocorre dentro das democracias representativas através de métodos convencionais (como petições) ou através de acções mais contestatórias. Mas na nossa realidade é que os activistas surgiram para se aproveitar das falhas.

Os activistas recebem financiamento de governantes e políticos. Com as próximas eleições em marcha, os activistas também aceleram. Actuam até no jornalismo.

Por exemplo, consta que o governador de Icolo e Bengo Auzílio Jacob, tem sido um dos governadores que tem vindo a patrocinar ataques contra seus colegas alegando que o mesmo deseja permanecer no governo depois de 2027 tem usado esta estrategia, mandao criar textos de uma gestão danosa do erário aos outros governadores provinciais e ele aparecendo como um limpo.

“Também o PCA da Sonangol, Sebastião Gaspar Martins, o general Fernando Miala, o responsável da Acção Psicológica, Norberto Garcia, o general José Tavares, a vice-presidente do MPLA Mara Quiosa têm a mesma estrategias”.

Defender causa justa

Antigo activista político, Mukanda Dya Nzambi, também conhecido por LM32, ex-integrante do Movimento Revolucionário Angolano (MRA), aborda sobre o estado deplorável do activismo angolano,terem cooperados com estes corruptos acima citados

“Em Angola temos poucos activistas no verdadeiro sentido da palavra. Maior parte não são activistas, são mercenários digitais, ‘mixeiros’, vendem pátria, portanto são anti–patriotas, pseudos protestadores, traidores do nosso povo”.

Para ele, o papel do activista é defender uma causa justa, pois nem todas as causas são justas. O activismo tem de conhecer profundamente os motivos que defende.

Muitas destas milícias digitais, disse, actuam a partir do estrangeiro e simulam comportamentos para sustentar pedidos de refúgio.

Prostituição política

Muitos desses indivíduos chantagistas digitais nunca trabalharam e sobrevivem de subsídios dos Estados dos países onde vivem.

Na qualidade de presidente do MPP-Angola, Lady Laura salienta que recebeu o Gangster no sócio-activismo político de protestos civis e posteriormente surgiram divergências.

Considerando que “Gangster 77 tem uma agenda particular de activismo a políticos nunca vendeu as manifestações”, admitiu que mais tarde faria um movimento civico hoje existe la nos Estados Uunidos que ele tem como arma de libertar o povo do sofrimento causado pelo MPLA .