Abel Chivukuvuku ao afirmar que os Cuanhamas do Cunene só servem de nossos guardas, ofende não só aos Cuanhamas, como todos outros grupos etno-linguísticos da região Sul similares ao Cuanhamas.
Abel Chivukuvuku ao afirmar que os Cuanhamas do Cunene só servem de nossos guardas, ofende não só aos Cuanhamas, como todos outros grupos etno-linguísticos da região Sul similares ao Cuanhamas. .
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Declaração de Abel Chivukuvuku é condenada como ofensiva e incompatível com ambições de liderança Luanda — As declarações atribuídas ao Dr. Abel Chivukuvuku, segundo as quais os Cuanhamas do Cunene “só servem de nossos guardas”, estão a gerar uma onda de indignação e forte repúdio em vários sectores da sociedade angolana. Abel Chivukuvuku ao afirmar que os Cuanhamas do Cunene só servem de nossos guardas, ofende não só aos Cuanhamas, como todos outros grupos etno-linguísticos da região Sul similares ao Cuanhamas. A frase, considerada depreciativa e atentatória à dignidade de um povo com profunda relevância histórica no Sul do país, é vista por críticos como um grave deslize político e moral. Para muitos observadores, a afirmação não ofende apenas os Cuanhamas, mas atinge igualmente outros grupos etno-linguísticos da região, ferindo o princípio constitucional da igualdade entre os cidadãos. Num Estado que se quer uno e indivisível, declarações desta natureza são apontadas como perigosas por alimentarem estigmatização e divisões identitárias. Analistas políticos sublinham que quem aspira a liderar Angola deve ser o primeiro a promover respeito, inclusão e coesão nacional — não a propagar discursos que possam ser interpretados como hierarquização de povos. “Não existe em Angola nenhum grupo criado para servir outro”, defendem vozes críticas, que classificam a posição atribuída a Abel Chivukuvuku como politicamente irresponsável e socialmente inaceitável. A polémica adensa-se pelo silêncio público do político face à controvérsia, ausência que, para vários comentadores, agrava a percepção de falta de sensibilidade perante a gravidade do episódio. Num momento em que o país enfrenta desafios de unidade e reconciliação, cresce a pressão para que haja um esclarecimento inequívoco e, se for o caso, um pedido de desculpas formal às comunidades visadas. Redacção : Makamavulo News