Denis Miala (filho do General Garcia Miala), protector dos brancos racistas na Petrowork Solution

Denis Miala (filho do General Garcia Miala), protector dos brancos racistas na Petrowork Solution

VALENTIN O DONO DA PETRO WORK  RARCISISTA DETESTA NEGROS POR TER PROTECÇÃO DO FILHO DO GARCIA MIALA PETROWORK

A Petrowork Solution é uma empresa angolana de serviços que oferece suporte diversificado ao setor de petróleo e gás.

Valentín tem costas largas, Ana Lopes detest a cor negra é vista como rarcisista – Racismo, e descriminação contra os angolanos mesmo ca em Angola, carga horária, míseros salario são aqui apontados

Há duas semanas, uma equipa de profissionais da ANIESA foram corridos pelo testa de ferro Denis Miala filho do General Fernando Garcia Miala, quando tentavam intervir a favor dos trabalhadores.

O romeno conhecido apenas por Valentín o dono da empresa Petro Work, dedicada no trabalho de limpeza de tanques de petróleo em offshore, andaimes, pinturas, inspeção de linhas e acesso por cordas, esta ser acusado de marginalizar (pela segunda vez) os trabalhadores angolanos, tem a Ana Lopes de nacionalidade portuguesa como “rarcisista” esta senhora tem horror da cor negra, até o motorista dela é de cor branca, agastados que estão os trabalhadores, mais sofrem calados, tudo porque tem o Denis Miala (filho do General Fernando Garcia Miala) director do SINSE e um desconhecido conhecido por Pedro Macedo são os protectores.

Na ressaca: 

Na Lente do Crime tornou público uma matéria que faziam referência a empresa Petrolífera Petro Work e na “ressaca” recebemos pilhas de denuncias, tais como: A empresa tem como testa de ferro o filho do General Miala o Denis Miala e o Pedro Macedo são também trabalhadores que dão proteção e poderes ao Valentín e a Ana Lopes.

A duas semanas, esteve aqui a ANIESA, por incrível que pareça, foram praticamente corridos a ponta-pés pelo expatriado Valentín, a família do clã Miala (mulher e irmã do Miala, controlam as nossas denúncias para que não cheguem a público, conta, uma trabalha na Agência Nacional de Petróleo e Gás e outra numa instituição que controla as denúncias, lê-se na nota.

A portuguesa Ana Lopes, é tida como rarcisista e tem nojo de negros, até o motorista dela é um branco, não pode com negros, na viatura onde ela sobe não pode subir um negros, o único negro que ela atura é o Denis Miala o resto é mesmo resto porque o Pedro Macedo é mulato, ela não dá a mínima quando se trata de questiona-la sobre os nossos direitos.

A Ana Lopes é a mentora da descriminação entre negros e brancos, repara que ate o subsídio de alimentação, no negro dá KZ 2 mil ao passo que ao branco da Kz 17 mil dia para alimentação,sem contar com os bônus semanais, a Ana junta-se a Yolanda do Carmo às duas portuguesas tornam a vida do negro difícil na Petro Work, disse um trabalhador sob anonimato.

Realçou ainda que, um técnico de manutenção branco ganham acima de 3 milhões de Kwanzas ainda sem os bônus, ao passo que o coordenador do projecto que é chefe do branco ganha trezentos mil Kwanzas, nós sofremos uma escravidão moderna, pedimos as instituições de direito que nos ajudem, também somos angolanos.

O Correia Brava e a Ilda que recebeu os repórteres do Na Lente do Crime na vez passada não representam nada na empresa são, zero a esquerda, sem poderes de decisão, o Correia é director logístico da pimpa para dar a impressão que temos um negro como chefe, são uma espécie de cao mandados.

Bofetadas

Os brancos já chegaram a dar chapadas aos colegas negros, pedimos encarecidamente a intervenção do Ministro da Justiça Márcio Lopes, da IGT, do IGAE.

Silêncio absoluto

O email da empresa indicada para endereçar o contraditório contínua inoperante ou surdina.

Por: Kiamukula Kanuma

FONTE : Na Lente do Crime