Denúncia: Admitidos no IDF aguardam há quase dois anos pela inserção após concurso público de 2023

Denúncia: Admitidos no IDF aguardam há quase dois anos pela inserção após concurso público de 2023

Pedido de Anonimato — Um grupo de candidatos admitidos no concurso público do Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF), realizado em 2023, denuncia a morosidade e o silêncio administrativo em torno do processo de inserção no sistema público, apesar de já terem sido oficialmente aprovados há quase dois anos.
Segundo os denunciantes, enquanto os candidatos admitidos no concurso do Ministério da Agricultura e Florestas — órgão que tutela o IDF — já foram integrados nos respetivos postos e sistemas de pagamento, os do IDF continuam sem qualquer informação concreta sobre o andamento do processo.

“Desde a publicação das listas definitivas, em janeiro de 2024, nada foi avançado. Estamos completamente no escuro”, afirmou um dos candidatos, sob anonimato, por motivos de segurança.

🕰️ Falta de comunicação e incerteza total
Os candidatos afirmam que a equipa de Recursos Humanos do IDF não tem fornecido atualizações ou esclarecimentos, o que tem gerado desmotivação, insegurança e especulações entre os admitidos.

“Não recebemos qualquer comunicado. Apenas esperamos, sem saber se seremos realmente enquadrados”, desabafou outro concorrente.

📄 Despachos pendentes e falta de transparência
Outro ponto levantado é a ausência de publicação de todos os despachos no Diário da República, situação que, segundo os denunciantes, levanta dúvidas sobre o verdadeiro estado do processo administrativo.

“Nem todos os despachos foram publicados, e isso é muito grave. Queremos apenas que o Estado cumpra o que prometeu”, acrescentou a fonte.

📢 Pedido de ação das autoridades
Os candidatos apelam às autoridades competentes para que haja clareza, transparência e justiça na resolução do caso.

“Somos profissionais prontos para servir o país. Apenas pedimos o que é de direito: a nossa inserção no Sistema de Gestão Financeira do Estado (SIGFE) e o início das nossas funções”, concluíram os denunciantes.