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PRAIA DA ILHA DE LUANDA TRANSFORMADA EM NEGÓCIO PRIVADO? DENÚNCIAS APONTAM PROTECÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO DA INGOMBOTA
Um cidadão tem impedido que outras pessoas exerçam a mesma actividade, alegando que as praias já estariam ocupadas.
Cidadãos residentes e frequentadores da Ilha de Luanda denunciam alegadas irregularidades na gestão de espaços comerciais na zona balnear, envolvendo o aluguer de sombrinhas e a construção de estruturas improvisadas na praia actualmente conhecida como Wakimono.
Segundo os denunciantes, um indivíduo que não reside na Ilha estaria a explorar o negócio de aluguer de sombrinhas com alegada protecção de responsáveis da administração municipal da Ingombota. De acordo com os relatos, o referido cidadão teria influência suficiente para impedir que outras pessoas exerçam a mesma actividade, alegando que as praias já estariam ocupadas.
Os denunciantes afirmam ainda que o empresário estaria a erguer estruturas que se assemelham a um restaurante directamente na praia, situação que, segundo os mesmos, ocorre sem qualquer intervenção das autoridades competentes.
Além das acusações relacionadas com a exploração comercial do espaço, moradores apontam também preocupações com a gestão ambiental da Ilha de Luanda. De acordo com as queixas, enquanto se realizam acções de plantação de árvores nas zonas de praia, outras áreas da ilha estariam a enfrentar problemas como acumulação de lixo, contentores em más condições e degradação ambiental.
Até ao momento, não há um posicionamento público da Administração Municipal da Ingombota sobre as denúncias apresentadas.
Fonte: Denúncia de cidadãos e moradores da Ilha de Luanda.
Nota Editorial: Este portal mantém-se aberto ao contraditório e ao direito de resposta das entidades visadas
