Nem esquecimento, nem perdão.

Nem esquecimento, nem perdão.

Nem esquecimento, nem perdão.

Conheça Tomer Bar.
Um dos principais terroristas do exército mais repugnante deste século. Comandante da Força Aérea Israelense.

Um nome que a história vai lembrar, não por sua bravura, mas por sua precisão cirúrgica no massacre.

Foi sob suas ordens que as bombas choveram sobre creches, hospitais, prédios, campos de refugiados.
Al-Ahli, Jabaliya, Rafah, Nuseirat: nomes de lugares que se tornaram cemitérios de massa.
Greves em hospitais, escolas, mercados, abrigos claramente identificados.
Para seu crédito: um número incalculável de mortes, principalmente mulheres e crianças.
Foi ele quem planejou, validou, repetiu, amplificou o horror, noite e dia, alvo após alvo.

Cada criança pulverizada em seu sono, cada família enterrada viva, traz sua assinatura.

O homem não lutou: ele riscou.
Ele não defendeu: ele exterminou.

Esse rosto suave, frio e tecnocrático é o do genocídio em grandes altitudes.
Tomer Bar já é um dos criminosos que a história vai inscrever ao lado do pior.
Não um soldado, mas um engenheiro de carnificina.

Ele não protege um país: ele é um perfeccionista do crime em massa.

Fonte: https://lnkd.in/ePC9jAcV