O incidente ocorreu em um dia de protestos significativos, onde angolanos nos Estados Unidos, sob a liderança de Gangsta, organizaram uma manifestação em frente ao edifício da ONU. O foco da mobilização foi a presença do presidente angolano, João Lourenço, na cimeira da ONU, mesmo após sua saída do país.
Os manifestantes clamaram por justiça e responsabilidade, levantando cartazes que denunciavam a corrupção e as violações de direitos humanos em Angola. A ação foi uma clara demonstração do descontentamento da diáspora angolana, que busca chamar a atenção da comunidade internacional para a crise política em seu país.
O encontro entre Gangsta e Téte António, embora breve e tumultuado, simboliza a crescente insatisfação com o governo angolano e destaca o papel ativo da comunidade angolana no exterior na luta por mudanças significativas em sua terra natal.
Em Nova Iorque, o ativista Gangsta confrontou publicamente o Ministro das Relações Exteriores de Angola, Téte António, em um incidente capturado em vídeo. Gangsta acusou o ministro de gastar o dinheiro do povo angolano em luxos, como a compra de um telefone , enquanto a população sofre.
Gangsta expressou indignação com o que descreve como a vaidade e a incompetência das autoridades angolanas, alegando que “a vossa vida é roubar o povo de Angola”.
Ele questionou a moralidade do governo ao abordar questões internacionais como a Palestina, enquanto, segundo ele, o seu próprio povo é roubado e morto desde 1975.
Gangsta também fez acusações graves, afirmando que o Presidente João Lourenço faz parte de um “partido narcotraficante, narcoterrorista, que tem perpetuado terrorismo de estado em Angola”.
O ativista criticou a diplomacia angolana, chamando-a de “assassina que mata” e acusou Téte António de ser “criminoso” e “assassino”.
Durante o confronto, Gangsta manteve-se firme nas suas acusações, apesar das tentativas de ser afastado, gritando repetidamente “Não me toca”. Ele afirmou que o ministro e outros oficiais estão “a roubar o dinheiro da Angola” e que a verdade sobre a situação política de Angola será exposta ao mundo.
O ativista Gangsta concluiu o seu protesto chamando os líderes angolanos de “gatunos”, “assassinos” e “ladrões”, prometendo que não os deixariam em paz.
Pode assistir ao vídeo completo em youtube
